Tuesday, October 14, 2008

Folha de São PauloMinistros pressionam aliados a aprovar MP do salário mínimo A mais de uma semana da votação do salário mínimo no Senado, os ministros já começaram o corpo-a-corpo para aprovar a medida provisória que fixou esse valor em R$ 260. A oposição acusou o governo de estar fazendo uma manobra para adiar a votação.A Câmara dos Deputados aprovou na semana passada o valor de R$ 260. No Senado, porém, a oposição acha que o valor de R$ 260 não passa, já que alguns senadores da base já disseram que vão votar contra. Para ser aprovada no Senado a medida provisória precisa de maioria simples, com um quórum de 41 senadores. Em busca de votos, o ministro Aldo Rebelo (Coordenação Política) se reuniu com dois senadores da base ontem, Aelton de Freitas (PL-MG) e Paulo Elifas (PMDB-RO), e jantaria com Cristovam Buarque (PT-DF). Ele também recebeu um telefonema do ministro Antonio Palocci Filho (Fazenda), convidando-o para ir ao ministério: "Fico até contente, depois de cinco meses que saí do governo eles estão me procurando agora", disse Cristovam, demitido do ministério por telefone.Palocci vai hoje ao Senado às 8h30 se encontrar com a base aliada. Na próxima terça, está prevista a visita do ministro Amir Lando (Previdência), que é do PMDB, maior bancada da Casa. A votação do salário mínimo está prevista para a próxima terça-feira. O senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) acusou o governo de estar fazendo uma manobra para adiá-la e votar a matéria em data que não será pré-definida. "Vamos votar em dia certo para não acobertar a covardia daqueles que não querem mostrar publicamente seu voto alegando viagem para se ausentar", disse. O vice-presidente José Alencar disse que a legenda tem que demonstrar coesão nas "questões de maior importância" para a "administração pública", o que foi entendido como um recado aos senadores liberais que ameaçam votar contra a MP do mínimo.
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CLIPPING DIÁRIODiretoria de Imprensa e Divulgação - Coordenação de Comunicação Social(61) 321-0288 - www.cspb.org.br - secom@cspb.org.brCorreio BraziliensePalocci explicará mínimo a senadores- Brasília - O governo vai começar nesta segunda-feira no Senado Federal as negociações para convencer parlamentares da base aliada a aprovarem a Medida Provisória que fixou o salário mínimo em R$ 260. O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, vai pessoalmente ao Senado para apresentar às bancadas dos partidos aliados números e justificativas que levaram o governo a reajustar o mínimo em R$ 20. Segundo a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), a visita do ministro Palocci será o início da ofensiva dos aliados para a aprovação da MP do mínimo. “O PT vai fazer o mesmo trabalho que fez na Câmara. Nós não iremos zerar (os votos contrários na base aliada), mas estou convencida de que não será o número que está por aí”, disse a senadora. Ideli Salvatti adiantou que na semana que em será a vez do ministro da Previdência, Amir Lando, visitar as bancadas aliadas no esforço para aprovação dos R$ 260. A ida de Lando ao Senado, na avaliação da senadora, vai servir como ponte com os parlamentares do PMDB – que estão rachados sobre a aprovação da MP. O senador Pedro Simon (PMDB-RS), por exemplo, já anunciou que vai votar contra os R$ 260 fixados pelo governo federal, mesmo com novos argumentos do Executivo. “Eu não voto. O Palocci está sendo considerado o ‘melhor’ ministro por ter esmagado a Câmara na votação do mínimo, mas não vai esmagar o Senado”, afirmou.PFL decide se pune deputados que votaram a favor do governo- Brasília - A executiva nacional do PFL deve decidir esta semana se vai punir os dois deputados pefelistas que votaram com o governo a favor da medida provisória que reajustou o salário mínimo de R$ 240 para R$ 260. Os parlamentares mineiros Cleuber Carneiro e Lael Varela votaram a favor da MP contrariando o fechamento de questão do partido favorável à proposta de um reajuste maior de R$ 275. A executiva nacional decidiu abrir processo disciplinar contra os deputados, depois que o vice-líder do partido, deputado Onyx Lorenzoni (RS), deu entrada a uma representação contra os congressistas. O líder do partido na Câmara dos Deputados, José Carlos Aleluia (BA), defende a punição dos parlamentares que contrariaram as diretrizes partidárias. O processo disciplinar pode resultar desde uma simples advertência, à suspensão partidária por três meses e à expulsão dos congressistas. O relator do processo será o senador Demóstentes Torres (GO).
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CLIPPING DIÁRIODiretoria de Imprensa e Divulgação - Coordenação de Comunicação Social(61) 321-0288 - www.cspb.org.br - secom@cspb.org.brCorreio do povoPrevidência e Trabalho Escravo estão na pauta da semanaO presidente da Câmara, João Paulo Cunha, confirmou nesta segunda-feira que a PEC Paralela da Previdência (227/04) e a PEC do Trabalho Escravo (438/01) estão na pauta do Plenário desta semana, mas adiantou que, se não houver quorum para votá-las, outros projetos do Executivo deverão ser apreciados.Os deputados terão de votar nesta semana a Medida Provisória 177/04, que voltou do Senado e está trancando a pauta. A MP cria o Sistema Eletrônico de Controle da Arrecadação do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante e trata do Fundo da Marinha Mercante.PECsA PEC que prevê o confisco da terra onde for constatada a existência de trabalho escravo entrou em discussão no Plenário no dia 26 de maio, mas a votação foi adiada a pedido do relator, deputado Tarcísio Zimmermann (PT-RS), para tentar negociar a aprovação da proposta sem qualquer mudança no texto, o que permitiria sua promulgação sem passar novamente pelo Senado.A chamada PEC Paralela da Reforma da Previdência encontra divergências entre os parlamentares sobre o subteto para servidores públicos nos estados e municípios e sobre o piso salarial para governadores.
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CLIPPING DIÁRIODiretoria de Imprensa e Divulgação - Coordenação de Comunicação Social(61) 321-0288 - www.cspb.org.br - secom@cspb.org.brCorreio do povoContestada ação do Ministério PúblicoJuízes das 13 varas federais de combate ao crime de lavagem de dinheiro no país preocupam-se com a possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) proibir o Ministério Público de participar ativamente das investigações. O receio foi manifestado ontem, em Brasília, durante discussão de estratégias e uniformização de procedimentos. Na última semana, um dia antes de assumir a presidência do STF, o ministro Nelson Jobim deixou clara sua posição contrária à participação do Ministério Público. Disse que 'está dito na Constituição que compete à Polícia presidir os inquéritos. Se o Ministério Público tem elementos para produzir a denúncia, o faça. Quem tem de fazer inquérito é a Polícia'.Definição sobre vaga só depois do dia 10A proposta de emenda constitucional que reduz 5.062 cadeiras nas câmaras municipais de todo o país não será votada em primeiro turno pelo Senado até o dia 10, quando iniciam as convenções dos partidos. A pauta de análise em plenário está trancada há dez dias por medidas provisórias. A proposta foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça no dia 3, quando os senadores rejeitaram por 10 votos a 8 o relatório do senador Jefferson Perez. O parecer mantinha o corte determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral, de 8,5 mil vagas de vereadores nos 5.554 municípios brasileiros. A expectativa é de que a votação ocorra até o dia 30 de junho, prazo final para realização de convenções.João Paulo admite: abrirá processo contra CorreaO presidente da Câmara, João Paulo, admitiu ontem que abrirá processo contra o presidente nacional do PP, deputado federal Pedro Correa, caso a CPI da Pirataria traga, como prometeu, fatos novos envolvendo o parlamentar com o contrabandista Ari Natalino, preso em 2003 pela Polícia Federal. O relatório será apresentado hoje pelo deputado Josias Quintal, do PMDB do Rio. 'Ninguém aqui vai colocar panos quentes', garantiu João Paulo.
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CLIPPING DIÁRIODiretoria de Imprensa e Divulgação - Coordenação de Comunicação Social(61) 321-0288 - www.cspb.org.br - secom@cspb.org.brJornal de BrasíliaArquivo central é arrombadoUm arrombamento ocorrido no arquivo central do Ministério da Saúde, onde estão guardados os processos de compras administrativas efetuados nos últimos anos, ajudou a aumentar as especulações em torno da Operação Vampiro. O fato aconteceu na sexta-feira, por volta das 20h. Apesar disso, somente na tarde de ontem peritos da PF estiveram no local para tentar localizar pistas dos invasores. Auditores e funcionários do ministério ainda não sabem precisar se houve o roubo de algum processo relacionado às licitações de medicamentos. Apesar disso, houve a informação nã-oficial de que teriam furtado apenas cerca de R$ 100 da bolsa de uma funcionária. O ministério, por meio de nota oficial, afirmou que o local foi isolado imediatamente após a constatação da violação e pôs vigilância permanente no local. O fato foi comunicado à PF e à Polícia Civil do DF. Embora, a princípio, não tenha ocorrido o sumiço de documentos, o suspeito acontecimento surge justamente uma semana após o início dos trabalhos de uma equipe da Controladoria-Geral da União (CGU) no órgão. Os especialistas foram convocados para avaliar os contratos de compras de medicamentos efetuados pelo órgão nos últimos anos. O ministério poderá solicitar auditorias especiais da CGU, Tribunal de Contas da União e da Comissão de Auditoria do próprio órgão.Greve acaba, mas as filas continuamMais uma vez, aposentados e pensionistas tiveram de passar a madrugada na fila para serem atendidos nos postos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ontem, foi o segundo dia de trabalho, depois do fim da greve dos servidores, que durou 46 dias e terminou após acordos entre o governo e os sindicatos da categoria. Com a paralisação, cerca de 4 milhões de benefícios deixaram de ser concedidos, acumulando trabalho. Eles estão concentrados, principalmente, em capitais, como São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba. A situação dos segurados ficou ainda mais grave por causa da desorganização e da falta de informação nos postos do INSS. Os acordos que puseram fim à greve concederam gratificações mensais de R$ 184 para os servidores da Previdência e de R$ 206 para os da Seguridade Social. Os custos desses reajustes estão dentro da programação orçamentária do governo, sendo apenas distribuídos de maneira uniforme entre os servidores das duas carreiras.
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CLIPPING DIÁRIODiretoria de Imprensa e Divulgação - Coordenação de Comunicação Social(61) 321-0288 - www.cspb.org.br - secom@cspb.org.brEstado de São PauloPara ACM, falta ao presidente Lula “educação política” - Apesar dos afagos feitos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a políticos pefelistas, durante sua visita a Salvador, o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) não escondeu hoje suas críticas ao governo, a quem sempre apoiou independentemente da postura oposicionista de seu partido. Em discurso, no plenário, o senador reclamou da presença do ministro da Saúde, Humberto Costa, navisita que Lula está fazendo a Salvador para inaugurar uma das sete farmácias populares que serão instaladas na Bahia. “Não é hora de prestigiar o ministro da Saúde enquanto não operar as denúncias da Operação Vampiro”, disse, estendendo suas críticas aos assessores diretos do ministro acusados de fraude nas licitações de hemoderivados. “Será possível que esses homens eram honestos antes e ficaram desonestos depois que assumiram o governo Lula”, perguntou ACM, se referindo aos assessores que trabalharam com Humberto Costa ainda em Recife e que foram afastados do cargo em Brasília. O senador queixou-se também do cerimonial do Palácio do Planalto que apenas, na última hora, convidou o governador da Bahia, Paulo Souto, e o prefeito de Salvador, Antonio Imbassahy, ambos pefelistas, para acompanharem a visita presidencial à capital baiana. ACM minimizou o objetivo da visita a Salvador, lembrando que a Santa Casa Irmã Dulce já distribui “remédios de graça”, enquanto as farmácias populares vão vender os medicamentos mais baratos. O senador criticou que, além de homenagear o ministro, o presidente Lula estaria também prestigiando o empresário Mauro Dutra, dono da Ágora, que vai orientar a funcionamento das farmácias populares. “O presidente não foi fazer nada de importante na Bahia. Se fosse para inaugurar uma rodovia, tudo bem. Se fosse para levar o dinheiro do metrô, que nunca sai, para Salvador, tudo bem. Mas ele vai inaugurar uma farmácia, que vai vender remédio mais barato”, questionou. ACM contou que apenas na sexta-feira foi informado da viagem de Lula por um subordinado do cerimonial do Palácio do Planalto, o que considerou uma falta de educação. “Ninguém poderia esperar do presidente Lula gestos de alta educação, pois teve uma formação que não é essa”, ironizou. “Esse governo não conhece a palavra muito obrigado e eu duvido que algum líder aliado tenha recebido qualquer agradecimento por parte do governo”, completou.
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CLIPPING DIÁRIODiretoria de Imprensa e Divulgação - Coordenação de Comunicação Social(61) 321-0288 - www.cspb.org.br - secom@cspb.org.brO tempoGoverno teme derrota de MP no SenadoO governo começou uma operação de guerra para aprovar a medida provisória (MP) que fixa em R$ 260 o salário mínimo no Senado. Aprovado quarta-feira por uma margem folgada de votos na Câmara, o mínimo fixado pelo governo enfrenta sérias resistências dos senadores. Cálculos preliminares davam conta que pelo menos 43 do total de 81 senadores estariam dispostos a votar contra os R$ 260. O Palácio do Planalto tem de reverter esse placar até votação da MP, que deverá ocorrer por volta do dia 15, para não ver derrotado o mínimo estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em café da manhã com o chefe da Secretaria de Coordenação Política e Assuntos Institucionais da Presidência da República, Aldo Rebelo, os líderes do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), e do PFL, senador José Agripino Maia (RN), foram categóricos ao afirmar que o mínimo de R$ 260 será derrubado no Senado. Tucanos e pefelistas têm juntos 29 votos contra o mínimo fixado pelo governo. O PDT também fechou questão contra os R$ 260 e os cinco senadores do partido votarão contra o governo. "Estou certo de que R$ 260 é um número que não passa. No Senado, a meu ver, será aprovado um mínimo de R$ 275, com votos de muita gente do governo", disse o líder tucano. Na avaliação de Virgílio, o governo será derrotado, uma vez que a oposição contará com os votos de dissidentes dos partidos da base aliada para aprovar um mínimo superior aos R$ 260. O Planalto detectou que é quase certo que senadores do PMDB e do PT votarão contra o mínimo proposto por Lula. Lula defende mandato de 5 ou 6 anosO presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ser favorável à adoção de um mandato presidencial de cinco ou seis anos, sem reeleição, a partir de 2010, dentro de uma discussão da reforma política. Em entrevista publicada no jornal gaúcho "Zero Hora", Lula defendeu a idéia. "É um problema o país ser governado só se pensando no mandato de quatro anos. Temos de pensar o país a mais longo prazo. O mandato tem de ser maior. A partir de 2010, e isso poderia ser colocado na reforma política. O mandato poderia ser de cinco ou seis anos, sem reeleição, porque quatro anos é pouco tempo", declarou. Lula também ameaçou reabrir discussões para instituir novas mudanças nas regras das aposentadorias, caso a Justiça derrube a taxação dos inativos e o governo não tenha como recorrer dadecisão. Na entrevista, Lula também acusou parlamentares do PT contrários ao salário mínimo de 260 reais de "transformar a votação política em questão de consciência".

A PREVENÇÃO COMEÇA EM CASA!!

Pessoas, nos mais diferentes lugares, em cidades consideradas pacatas, em famílias ditas ´equilibradas´, são surpreendidas pela violência promovida pelas drogas. Adolescentes e jovens, na ilusão do prazer, com a vontade de descobrir e de sentir ´novas sensações´, são facilmente tragados por substâncias que têm a capacidade de transformá-los em verdadeiros escravos e ainda levá-los a praticar atos violentos, dentro e fora de casa.

A Palavra de Deus nos diz "Os loucos não pararão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a maldade." Salmo 5:5.Estes loucos são os que se envolvem principalmente com drogas, e não os doentes mentais que sofrem por uma debilidade humana.

A grande oferta de drogas e a difícil missão dos órgãos repressores em coibir ações criminosas de compra e venda dessas substâncias, muito contribui para a proliferação desse mal, porém isto não é motivo para afastar-se de Deus e de seus ensinamentos.

A falta de perspectiva do jovem num mundo de concorrência infernal, valores invertidos, desinformação, desigualdade social, ausência de referenciais positivos também contribuem.
A família é a maior sofredora e a maior perdedora nessa guerra. O lar é o ambiente ideal para se promover a prevenção. Acredito que a saída está na construção de relações fortes, diálogo, troca de informações, interesse no outro, criação de oportunidades para uma maior aproximação entre as pessoas, a começar em casa. É uma luta de todos nós!

Portanto meu caríssimo jovem reflita, e, corra agora mesmo para os braços do Senhor Jesus Cristo, antes que seja tarde demais e diga uma vez por todas, "Drogas na minha vida NÃO!!!! e o SANGUE DE JESUS TEM PODER!!!."